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INSPIRI-SE

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

CÂMARA MUNICIPAL DE ITAPIRANGA VEREADORES

VEREADORES
PRESIDENTES
MANDATOS

João Vitor Rola
1948 a 1951
Raimundo Nonato Viana
Sr. Tapiú
1953 a 1954
Tereza Santos Marques (D.Zazá)
1955 a 1956
Wilson Garcia, Yoshinaka Taketome, João Ferreira de Farias, João Vitor Rola, Sizenando do Carmo Grana e Dante Smith Caliri.

Sizenando do Carmo Grana

1956 a 1959
João Vitor Rola, Emilio Borges do Carmo, Humberto Panza, Manuel Ferreira de Sales, Walter Carmo de Macêdo Santos e Indalício Fernandes Marques.
Manuel Ferreira de Sales (1º)

1960 a 1964
Walter Carmo de Macêdo Santos (Sr. Valtinho) (2º)
João de Deus Plínio Marques, Raimundo Serrão Lima, José Ferreira Gatto, Osvaldo Cardoso, Rômulo Rodrigues de Sousa, Manuel da Costa Pereira.

João de Deus Plínio Marques

1965 a 1968
Miguel Batista de Oliveira, Luiz Pompeu Soares, Walter Carmo de Macêdo Santos, João do Nascimento, Aureliano Amaral Pereira, Emilio Borges do Carmo e João de Deus Plínio Marques.
João de Deus Plínio Marques (1º)


1969 a 1972
Luiz Pompeu Soares (2º)
Luiz Pompeu Soares, Braz Ribeiro Panza, João da Mata Monteiro, Fabiano Bulcão Freire e Emilio Borges do Carmo.
Emilio Borges do Carmo (Sr. Mimi) (1º)

1973 a 1976
Luiz Pompeu Soares (2º)
José de Nazaré Corrêa de Almeida, Alberto Monteiro da Silva, Francisco Reis Lima, Izidio Souza da Mata e José Batista da Silva.
José de Nazaré Correa de Almeida (Nazico) (1º)

1977 a 1982
Alberto Monteiro da Silva (2º)
José Batista da Silva (3º)
Humberto Takeo Mori, Raimundo José Freire Corrêa, Antonio Tomé Melquisedec Santos, Miguel José Serrão, Manuel de Souza Pereira.
Miguel José Serrão (1º)

1983 a 1988
Antonio Tomé M. Santos (Melqui) (2º)
Raimundo José F. Corrêa (3º)

Raimundo Araújo Soares, Raimundo José Freire Corrêa, José Nivalter Correia Lima, Miguel José Serrão, Francisco Socorro de Oliveira, Baldomiro Moraes Cavalcante, Antonio Tomé Melquisedec Santos, , Maria Auxiliadora Santos e Jéferson Heraldo Pereira de Souza (renunciou em 18.08.1989, assumiu José Manuel da Costa Pereira (Zé Bombom).





1989 a 1992

Raimundo José Freire Corrêa (1º)


Antonio Tomé Melquisedec Santos (Melqui) (2º)
João Nélio Coelho de Lima, José Nivalter Correia Lima, Raimundo José Freire Corrêa, João de Jesus Sales, Francisco de Sales, João Cleuter Souza da Mata, Dagoberto Corrêa Lima, Waldemir de Souza Soares e Miguel José Serrão.

José Nivalter Correia Lima (1º)


1993 a 1996

Raimundo José Freire Corrêa (2º)
Dagoberto Corrêa Lima, João da Silva Menezes, Raimundo José Freire Corrêa, Antonio Machado de Assunção, João Theotonio da Cruz, João Batista da Mata Sousa, José Carlos Coutinho da Silva, Waldemir de Souza Soares e Ângela Maria Mata da Costa.

Dagoberto Correia Lima (Dago)
(1º)



1997 a 2000

João da Silva Menezes (João Botão) (2º)
Milton Alves Lima, João da Silva Menezes, João Batista da Mata Sousa, Geraldo Silva da Mata, Pancrácio Cruz da Silva (Cruz), José Carlos Coutinho da Silva, Jucimar José de Araújo Barbosa, Francisco de Assis Menezes da Mata e Wild Franco Batista Mori.

Francisco de Assis Menezes da Mata (Assis) (1º)


2001 a 2004

João Batista da Mata Sousa (Batista da Mata) (2º)
Milton Alves Lima, Francisco de Assis Menezes da Mata, Jucimar José de Araújo Barbosa, Wild Franco Batista Mori, Marcus Vinicius Aires da Cruz e Silva (Cruz), Baldomiro Moraes Cavalcante, Indalécio Antonio Santos Sales, Raimundo Rossy Freitas Simões e Luiz Augusto Freire Viana.


Luiz Augusto Freire Viana
Obs: Reeleito para 2º Mandato



2005 a 2008
2009 a 2012
Antonio Costa de Almeida, Denize Agata Maklouf Marques de Almeida, Geralda Ribeiro da Costa Neves, João Batista da Mata Souza, Marcello da Costa Teixeira, Marcus Vinicius Aires da Cruz e Silva, Oreste Lopes Teixeira, Otacilio da Mata Fonseca, Raimundo Rossy Freitas Simões.


João Batista da Mata Souza
Obs: Reeleito para 2º Mandato



2013 a 2016



Francisco Roberto Fonseca Goes, Michael Wellington Santos Serrao, Dagoberto Correa Lima Filho, Alexander Aldrin da Silva Steenbuck, Francisco de Assis Menezes da Mata, Francisco de Assis Menezes da Mata, Fabio Denny Pereira de Lima, Roberto Carlos Vilaça Martins, Antonio Marcos de Araujo Soares




2017 a 2020



PREFEITOS DO MUNICÍPIO DE ITAPIRANGA

 PREFEITO
PERÍODO DE MANDADO
VICE

Mário Queiroz Barbosa

1931 a 1935

Não tinha
Perseverando da Trindade Garcia
1936 a 1951
Não tinha
Lauro Garcia de Vasconcelos
1952 a 1955
Não tinha
Antônio Graciano de Farias
1956 a 1957
Não tinha
Dante Smith Caliri
1958 a 1959
Não tinha
Antônio de Almeida Santos
(Sr. Tóquio)
1960 a 1963
Não tinha
Miguel Batista de Oliveira
1964 a 1968
Não tinha
Antônio de Almeida Santos
1969 a Jan. 1972
Tereza Santos Marques
Tereza Santos Marques
Fev. a Dez. 1972
Assumiu em decorrência do
Falecimento do titular.
Ademar Grana Viana
1973 a 1976
Dante Smith Caliri
Miguel Batista de Oliveira
1977 a 1982
João da Mata Monteiro
Rosselly  de Araújo Bastos
1983 a 1988
Emílio Borges da Costa
Miguel Batista de Oliveira
1989 a Out. 1990
João de Deus Plínio Marques
João de Deus Plínio Marques
12 de Nov. 1990 a 1992
Assumiu em decorrência do afastamento do titular por motivo de doença.
Francisco Socorro de Oliveira
1993 a Abril de  1996
Antonio Tomé Melquisedec Santos (Melqui)
Antônio Tomé Melquisedec Santos
De Maio a Dezembro / 1996
Assumiu por motivo de assas-sinato do titular em 24.04.1996.
José Nivalter Correia Lima
1997 a 2000
João de Jesus Sales (Jango)
João de Deus Plínio Marques
2001 a 2004
Lúcia de Sá Barbosa
José Nivalter Correia Lima
2005 a 2008
Sulamita  Almeida. da Silva
Nadiel do Nascimento Serrão
2009 a 2012
José Maria Almeida
Nadiel do Nascimento Serrão
2013 a 2016
José Maria Almeida
Denise Lima
2017 a 2020
Darllison Goes






FORMAÇÃO JUDICIÁRIA DE ITAPIRANGA

             Nas divisões territoriais e datadas de 31/03/1937, o Município de Silves é Termo Judiciário da Comarca de Itacoatiara. Notando-se que o Termo de Silves tem sede em Itapiranga.
            Pelo Decreto – Lei Estadual nº 68, de 31 de março de 1938, Município e Termo de Silves passaram a denominar-se Itapiranga.
No quadro anexo ao Decreto – Lei Estadual nº 69, de 31 de março de 1938, retificado pelo Decreto Estadual nº 78, de 09 de maio desse ano, o Termo de Itapiranga está subordinado à Comarca de Itacoatiara.
Essa situação foi confirmada pelo Decreto – Lei Estadual nº 176, de 01 de dezembro de 1938, que estabeleceu o quadro territorial em vigor no qüinqüênio 1939/1946.
O Termo de Itapiranga foi extinto pelo Decreto Estadual nº 540, de 11 de março de 1941.
Só então em 1956 (8), foi que Itapiranga passou ser Município em definitivo por meio do desmembramento através da Lei Estadual nº 117, de 29.12.1956. Nesse ano, a sede do Município permanece em Itapiranga, e o prefeito era na época o Sr. Antonio Graciano de Farias e os vereadores eram: Wilson Garcia, Mário de Queiroz Barbosa, Dante Smith Caliri, Yoshinaka Taketomi e Emilio Borges do Carmo, que foi o baluarte, o sustentáculo do Município de Itapiranga.
Nesse mesmo ano o Prefeito Antonio Graciano de Farias veio a falecer e na época não existia vice-prefeito, era obrigado haver eleição para eleger o Prefeito para terminar o mandato do antecessor falecido.
Os candidatos foram os senhores Dante Smith Caliri e Antonio de Almeida Santos (Tókio). Dante Caliri pertencia ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), e Tókio à Aliança Renovadora Nacional (ARENA).
No mês de agosto de 1956, os poderosos de Silves vieram para levar a sede do Município para Silves, mas não conseguiram porque só faltava a assinatura do Vereador Emilio Borges da Costa, para haver a transferência desejada. Mas com a ajuda do Sr. David Corrêa Paiva, exator de rendas em Itapiranga, que pediu ao Emilio Borges da Costa, quando fosse chamado para votar, renunciasse ao cargo de vereador, que aí ele não poderia mais votar, e como não havia suplente para assumir, toda documentação de transferência ficaria sem efeito e foi o que aconteceu.
Como dessa vez não conseguiram, então o desembargador Dr. Waldir Garcia, foi até o palácio do governador Plínio Ramos Coelho, pedir o desmembramento dos Municípios, Itapiranga-Silves. Então o governador disse ao Dr. Waldir – se o Dante Caliri ganhar em Itapiranga para prefeito, os municípios serão desmembrados.
Vieram as eleições e o candidato do PTB, ganhou e em 1958, os municípios de Itapiranga e Silves foram desmembrados e cada um ficou com o seu município.


EPÍTOME DA HISTÓRIA DE ITAPIRANGA

Por volta do ano de 1880, a pioneira dona Eugênia Vieira dos Anjos (Eugênia França), de índole nômade, viajando de águas abaixo em sua igarité/residência, por motivo qualquer resolveu fazer parada, atracando sua embarcação no local onde hoje é denominado Igarapé do Castanho. Depois de saltar em terra e ter dado voltas mata adentro, agradou-se do local, por ser várzea na frente e logo atrás terra firme e alta, resolveu armar seu barraco e fixar residência por uma boa temporada. Galgou a parte mais alta do terreno, depois de uma demorada e minuciosa observação, determinou os limites do terreno que iria ficar sob seu domínio desse dia em diante; assim, se tornando a pioneira, dando inicio ao surgimento da hoje CIDADE DE ITAPIRANGA.
Antes, o Município de Itapiranga era um distrito pertencente a Silves e denominava-se “Paraná da Boa Esperança”, seus habitantes residiam nas várzeas, embora sem documentação que provasse sua legitimidade. Dona Eugênia intitulava-se senhora soberana e absoluta proprietária do terreno escolhido, traçando seus limites do seguinte modo: nascente – pelo Igarapé do Castanho até o Igarapé do Piegas; sul – com Igarapé da Boa Esperança e pelo norte sem limites determinado, dando nome de Pedras ao local. Alguns anos mais tarde, dona Eugênia nostálgica, melancólica em seu modo de viver como desbravadora não se sentia bem, parada no mesmo local por muito tempo, qual murerú ou capim membeca não criava raiz em parte alguma com qualquer vento mais forte, mandava-se de águas abaixo para outras plagas, afim de conhecer novos e pitorescos lugares desabitados para localizar-se, dando início a outras povoações, resolveu vender seu terreno.
Joaquim Almeida da Costa, residente no Paraná do Periquito, sabedor da decisão de dona Eugênia propôs-lhe compra oferecendo a importância de R$ 100.000,00 (cem mil reis), o que foi aceito e realizada a operação de compra/venda, na lei do toma lá e dá cá, e assim Pedras passou para o domínio de Joaquim Almeida da Costa, em 1888, o qual juntamente com seus irmãos, Xisto da Costa e Antonio Francisco da Costa, mudaram-se do Paraná do Periquito e passaram a residir em Pedras.
Até 1907, a povoação tinha 3 famílias, num total de 23 habitantes.
Na enchente grande no ano de 1908, quando alagou todas as várzeas, seus moradores sem condições para permanecerem em suas casas procuraram as terras firmes, chegando em Pedras, dirigiram-se a Joaquim Almeida da Costa pedindo abrigo, durante o período da cheia, imediatamente foram atendidos em suas pretensões, construíram as casas e passaram a residir em caráter provisório. Depois da enchente, no período da seca, nem todos retornaram às suas antigas residências nas várzeas, os que ficaram, a convite de Joaquim Almeida da Costa, resolveram fixar residências permanentes, pois o mesmo já havia antes distribuído lotes de terras para todos os refugiados da enchente. Estes, muito contribuíram para a concretização da povoação de Pedras, foram eles Maximiliano Pinto e Manoel Batista dos Santos, tempos depois veio Deocleciano do Carmo Santos, que comprou a casa de Manoel Batista dos Santos, em seguida vieram Bento de Macedo, Francisca Serrão, Estevão Guedes da Silva, João Vilaça Barroso, Raimundo Borges do Carmo, Francisco Chaves, Veríssimo Serrão, José Dácio e assim sucessivamente vieram outros anos após anos.
Em 1918, Pedras já tinha uma população de 72 habitantes.
Daí consolidada a povoação de Pedras. Sendo seus legítimos em primeiro plano, Joaquim Almeida da Costa e seus irmãos Xisto da Costa e Antonio Francisco da Costa, apoiado e reforçado por Deocleciano Carmo dos Santos, Maximiliano Pinto, Bento de Macedo, José Dácio, Estevão Guedes da Silva, João Vilaça Barroso, Luiz da Costa Coutinho, Veríssimo Serrão e Francisco Serrão, Manoel Cipriano Vital e outros.
Por sugestão de Deocleciano Carmo dos Santos que era o mais instruído entre eles, mudaram o topônimo de PEDRAS para ITAPIRANGA, devido às pedras de seu porto serem vermelhas. Do tupi, ita=pedra e piranga=vermelha. Passando assim desde então a ser denominada a povoação de Itapiranga.
Por força da Lei Estadual nº 1.138, de 25 de março de 1922, elevou á categoria de Vila a Povoação de Itapiranga, transferindo-se para esta a sede do Município de Silves. Em conseqüência mudança a Vila de Silves foi rebaixada a simples povoação.
Com a mudança da sede do Município de Silves para Itapiranga, foram realizadas eleições para intendente, equivalente a prefeito atualmente, sendo eleito Deocleciano Carmo dos Santos, mas não chegou a assumir seu cargo por imposição dos coronéis de barranco, da vila de Silves. Naquela época, já imperava a politicagem desenfreada, inimiga do progresso. As eleições eram realizadas “pro forma”, de antemão já se sabia quem seria eleito, o voto não era secreto. Os componentes das mesas receptoras de votos eram os “coronéis” ou então pessoas de sua inteira confiança. Ai daquele que se pronunciasse contra seus candidatos. Feixes de varas estavam ostensivamente expostos na sala onde funcionava a seção eleitoral, fazendo parte do material de votação, no mínimo, na melhor das hipóteses apanhavam uma boa surra. Quando alguém conseguia burlar a severa vigilância dos jagunços, escapando das infalíveis surras, estes eram considerados pessoas indesejáveis. Os poucos que se atreviam a isso eram moradores da povoação de Itapiranga. No entanto, seus nomes eram registrados nas listras negras dos pretensos inimigos os “coronéis”. Foi o que aconteceu com Deocleciano Carmo dos Santos, à sua atitude corajosa, atreveu-se a fazer oposição aos poderosos coronéis, prestigiados pelo governo estadual. Deocleciano candidatou-se ao cargo de intendente, elegeu-se, mas não o permitiram que o mesmo assumisse seu cargo eletivo.
Em conseqüência desta monstruosidade aberrante, substituíram-no pelo senhor Daudelino Monteiro, com a mesma facilidade que a patroa troca de empregada que não se submete a seus caprichos, por outra mais acessível. Daudelino Monteiro, depois de aproximadamente seis meses de governo municipal não agradou aos coronéis, sendo logo substituído pelo senhor Estevão Guedes da Silva, sendo “persona grata” a quem autorizaram a transportar os arquivos da Vila de Silves para a Vila de Itapiranga. Sendo portador o senhor Quirino da Costa Coutinho, sobrinho de Estevão Guedes da Silva.
O “coronel manda chuva” lá de Silves, ao receber a carta do intendente Estevão Guedes da Silva, em que solicitava entregar ao portador ao arquivos da intendência de Silves, depois de inteirado de seu conteúdo proferiu a seguinte sentença – como é o Estevão que me pede, vou ordenar a entrega dos arquivos, fosse ao Deocleciano ou outro que não rezasse em minha cartilha, não entregaria e nem havia quem me obrigasse a isso.
Foi dessa maneira toda especial que os arquivos da intendência de Silves, foram pelas primeira vez transferidos para a Vila de Itapiranga. Estevão Guedes da Silva exerceu seu mandato até o final.
Por força do Decreto nº 23, de 27 de fevereiro de 1925, a sede municipal voltou para Silves, que teve seu território incorporado ao Município de Itacoatiara, em virtude do Ato nº 45, de 28 de novembro de 1950.
Em detrimento a essa mudança, a Vila de Itapiranga retrocedeu, passando a simples povoação, retornando os arquivos da ex-intendência de Itapiranga para a Delegacia Municipal de Silves, que em conseqüência de outro ato governamental, mudou a denominação da intendência municipal para Delegacia Municipal.
O Ato nº 201, de 24 de janeiro de 1931, mudou a sede da Delegacia Municipal de Silves para Itapiranga, posteriormente elevava novamente à categoria de Vila, por efeito do Ato nº 34, de 20 de março de 1931, desde então permaneceu em caráter definitivo a sede do Município de Silves em Itapiranga. Naquele mesmo ano por Decreto Governamental foi nomeado o Sr. Mário de Queiroz Barbosa, Delegado Municipal da Vila de Itapiranga, permanecendo como Município de Silves.
O Ato nº 33, de 14 de setembro de 1931, anexou o Município de Silves à Itacoatiara, na qualidade de Delegacia Municipal.
Mário Barbosa passou pouco tempo como Delegado Municipal, sendo posteriormente substituído por Manoel Fernandes Garcia, eleito pelo povo em eleição direta.
Em 1935, com a reconstitucionalização do Estado do Amazonas, o Município de Silves readquiriu sua antiga autonomia. Segundo as divisões territoriais datadas de 31/03/1937, o Município de Silves tem sua sede em Itapiranga e compõem-se de um só Distrito ou Itapiranga.
De acordo com o Decreto - Lei Estadual nº 68, de 31 de março de 1938, o Município de Silves teve seu topônimo alterado para Itapiranga, e à sede municipal foram concedidos foros de cidade, no quadro anexo ao Decreto - Lei Estadual nº 69, de 31 de março de 1938, modificado pelo Decreto Estadual nº 78, de 09 de maio desse ano Itapiranga permanece constituído unicamente pelo Distrito de igual nome.
Pelo Decreto – Lei Estadual nº 176, de 01 de dezembro de 1938, o Distrito de Itapiranga perdeu parte de seu território para constituir o novo Distrito de Silves. No quadro territorial fixado pelo citado Decreto – Lei nº 176, para vigorar no quinquênio 1939/1943, o referido Município figura com o Distrito de Itapiranga e Silves, este ultimo subdividido em 04 zonas.
De conformidade com o quadro territorial vigorante no quinquênio 1944/1948, fixado pelo Decreto – Lei Estadual nº 1.186, de 31 de dezembro de 1943, modificado pelo Ato de nº 1.400, de 05 de março de 1945, o Município de Itapiranga continua formado por dois Distritos Itapiranga e Silves.


sábado, 16 de janeiro de 2016

Lendas do Rio Uatumã


segunda-feira, 20 de abril de 2015

kairós

Portal da Transparência

Portal da Transparência
Estado do Amazonas

Uol Wif