|
VEREADORES
|
PRESIDENTES
|
MANDATOS
|
|
|
João Vitor Rola
|
1948 a 1951
|
|
Raimundo Nonato Viana
Sr. Tapiú
|
1953 a 1954
|
|
|
Tereza Santos Marques (D.Zazá)
|
1955 a 1956
|
|
|
Wilson Garcia, Yoshinaka Taketome, João Ferreira de Farias, João Vitor
Rola, Sizenando do Carmo Grana e Dante Smith Caliri.
|
Sizenando do Carmo Grana
|
1956 a 1959
|
|
João Vitor Rola, Emilio Borges do Carmo, Humberto Panza, Manuel
Ferreira de Sales, Walter Carmo de Macêdo Santos e Indalício Fernandes
Marques.
|
Manuel Ferreira de Sales (1º)
|
1960 a 1964
|
|
Walter Carmo de Macêdo Santos (Sr. Valtinho) (2º)
|
||
|
João de Deus Plínio Marques, Raimundo Serrão Lima, José Ferreira
Gatto, Osvaldo Cardoso, Rômulo Rodrigues de Sousa, Manuel da Costa Pereira.
|
João de Deus Plínio Marques
|
1965 a 1968
|
|
Miguel Batista de Oliveira, Luiz Pompeu Soares, Walter Carmo de Macêdo
Santos, João do Nascimento, Aureliano Amaral Pereira, Emilio Borges do Carmo
e João de Deus Plínio Marques.
|
João de Deus Plínio Marques (1º)
|
1969 a 1972
|
|
Luiz Pompeu Soares (2º)
|
||
|
Luiz Pompeu Soares, Braz Ribeiro Panza, João da Mata Monteiro, Fabiano
Bulcão Freire e Emilio Borges do Carmo.
|
Emilio Borges do Carmo (Sr. Mimi) (1º)
|
1973 a 1976
|
|
Luiz Pompeu Soares (2º)
|
||
|
José de Nazaré Corrêa de Almeida, Alberto Monteiro da Silva, Francisco
Reis Lima, Izidio Souza da Mata e José Batista da Silva.
|
José de Nazaré Correa de Almeida (Nazico) (1º)
|
1977 a 1982
|
|
Alberto Monteiro da Silva (2º)
|
||
|
José Batista da Silva (3º)
|
||
|
Humberto Takeo Mori, Raimundo José Freire Corrêa, Antonio Tomé
Melquisedec Santos, Miguel José Serrão, Manuel de Souza Pereira.
|
Miguel José Serrão (1º)
|
1983 a 1988
|
|
Antonio Tomé M. Santos (Melqui) (2º)
|
||
|
Raimundo José F. Corrêa (3º)
|
||
|
Raimundo Araújo Soares, Raimundo José Freire Corrêa, José Nivalter
Correia Lima, Miguel José Serrão, Francisco Socorro de Oliveira, Baldomiro
Moraes Cavalcante, Antonio Tomé Melquisedec Santos, , Maria Auxiliadora
Santos e Jéferson Heraldo Pereira de Souza (renunciou em 18.08.1989, assumiu
José Manuel da Costa Pereira (Zé Bombom).
|
1989 a 1992
|
|
|
Raimundo José Freire Corrêa (1º)
|
||
|
Antonio Tomé Melquisedec Santos (Melqui) (2º)
|
||
|
João Nélio Coelho de Lima, José Nivalter Correia Lima, Raimundo José
Freire Corrêa, João de Jesus Sales, Francisco de Sales, João Cleuter Souza da
Mata, Dagoberto Corrêa Lima, Waldemir de Souza Soares e Miguel José Serrão.
|
José Nivalter Correia Lima (1º)
|
1993 a 1996
|
|
Raimundo José Freire Corrêa (2º)
|
||
|
Dagoberto Corrêa Lima, João da Silva Menezes, Raimundo José Freire
Corrêa, Antonio Machado de Assunção, João Theotonio da Cruz, João Batista da
Mata Sousa, José Carlos Coutinho da Silva, Waldemir de Souza Soares e Ângela
Maria Mata da Costa.
|
Dagoberto Correia Lima (Dago)
(1º)
|
1997 a 2000
|
|
João da Silva Menezes (João Botão) (2º)
|
||
|
Milton Alves Lima, João da Silva Menezes, João Batista da Mata Sousa,
Geraldo Silva da Mata, Pancrácio Cruz da Silva (Cruz), José Carlos Coutinho
da Silva, Jucimar José de Araújo Barbosa, Francisco de Assis Menezes da Mata
e Wild Franco Batista Mori.
|
Francisco de Assis Menezes da Mata (Assis) (1º)
|
2001 a 2004
|
|
João Batista da Mata Sousa (Batista da Mata) (2º)
|
||
|
Milton Alves Lima, Francisco de Assis Menezes da Mata, Jucimar José de
Araújo Barbosa, Wild Franco Batista Mori, Marcus Vinicius Aires da Cruz e
Silva (Cruz), Baldomiro Moraes Cavalcante, Indalécio Antonio Santos Sales,
Raimundo Rossy Freitas Simões e Luiz Augusto Freire Viana.
|
Luiz Augusto Freire Viana
Obs: Reeleito para 2º Mandato
|
2005 a 2008
|
|
2009 a 2012
|
||
|
Antonio Costa de Almeida, Denize Agata Maklouf Marques de Almeida,
Geralda Ribeiro da Costa Neves, João Batista da Mata Souza, Marcello da Costa
Teixeira, Marcus Vinicius Aires da Cruz e Silva, Oreste Lopes Teixeira,
Otacilio da Mata Fonseca, Raimundo Rossy Freitas Simões.
|
João Batista da Mata Souza
Obs: Reeleito para 2º Mandato
|
2013 a 2016
|
|
|
|
|
|
Francisco Roberto Fonseca Goes, Michael Wellington Santos Serrao,
Dagoberto Correa Lima Filho, Alexander Aldrin da Silva Steenbuck,
Francisco de Assis Menezes da Mata, Francisco de Assis Menezes da Mata,
Fabio Denny Pereira de Lima, Roberto Carlos Vilaça Martins, Antonio
Marcos de Araujo Soares
|
|
2017 a 2020
|
|
|
|
|
Pesquisar este blog
Total de visualizações de página
INSPIRI-SE
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
CÂMARA MUNICIPAL DE ITAPIRANGA VEREADORES
• Outubro/2020 - Atuando Quality Nextech Software
Função: Field Service, Técnico de infraestrutura em TI.
• 2020 – Outubro/2020 - QNET - FMQ Empreendimentos
Função: Técnico em TI, Técnico em Fibra ótica e Torrísta
• 2018 – 2019 - Data Logic Telecom
Função: Técnico em TI
• 2009 – 2017 - R3 INFORMÁTIC@
Função: Técnico em Informática (Manutenção de computador, Notebook, Net book, Rede TCP/IP e Wi-fi, Software/hardware.
• 2015 –Janeiro/2020 - UMI (Unidade Mista de Itapiranga) Itapiranga/AM.
Função: Gerente Administrativo
• 2010 – Outubro/2014 - UMI (Unidade Mista de Itapiranga) Itapiranga/AM.
Função: Agente Master Administrativo.
• 2007 – 2014 - CETAM (Centro de Educação Tecnológica do Amazonas) Itapiranga/AM
Função: Instrutor de Informática (Básico-Avançado/Windows-Linux)
PREFEITOS DO MUNICÍPIO DE ITAPIRANGA
PREFEITO
|
PERÍODO DE MANDADO
|
VICE
|
Mário Queiroz Barbosa
|
1931 a 1935
|
Não tinha
|
Perseverando da Trindade Garcia
|
1936 a 1951
|
Não tinha
|
Lauro Garcia de Vasconcelos
|
1952 a 1955
|
Não tinha
|
Antônio Graciano de Farias
|
1956 a 1957
|
Não tinha
|
Dante Smith Caliri
|
1958 a 1959
|
Não tinha
|
Antônio de Almeida Santos
(Sr. Tóquio)
|
1960 a 1963
|
Não tinha
|
Miguel Batista de Oliveira
|
1964 a 1968
|
Não tinha
|
Antônio de Almeida Santos
|
1969 a Jan. 1972
|
Tereza Santos Marques
|
Tereza Santos Marques
|
Fev. a Dez. 1972
|
Assumiu em decorrência do
Falecimento do titular.
|
Ademar Grana Viana
|
1973 a 1976
|
Dante Smith Caliri
|
Miguel Batista de Oliveira
|
1977 a 1982
|
João da Mata Monteiro
|
Rosselly de Araújo Bastos
|
1983 a 1988
|
Emílio Borges da Costa
|
Miguel Batista de Oliveira
|
1989 a Out. 1990
|
João de Deus Plínio Marques
|
João de Deus Plínio Marques
|
12 de Nov. 1990 a 1992
|
Assumiu em decorrência do afastamento do titular
por motivo de doença.
|
Francisco Socorro de Oliveira
|
1993 a Abril de 1996
|
Antonio Tomé Melquisedec Santos (Melqui)
|
Antônio Tomé Melquisedec Santos
|
De Maio a Dezembro / 1996
|
Assumiu por motivo de assas-sinato do titular em
24.04.1996.
|
José Nivalter Correia Lima
|
1997 a 2000
|
João de Jesus Sales (Jango)
|
João de Deus Plínio Marques
|
2001 a 2004
|
Lúcia de Sá Barbosa
|
José Nivalter Correia Lima
|
2005 a 2008
|
Sulamita Almeida. da Silva
|
Nadiel do Nascimento Serrão
|
2009 a 2012
|
José Maria Almeida
|
Nadiel do Nascimento Serrão
|
2013 a 2016
|
José Maria Almeida
|
Denise Lima
|
2017 a 2020
|
Darllison Goes
|
• Outubro/2020 - Atuando Quality Nextech Software
Função: Field Service, Técnico de infraestrutura em TI.
• 2020 – Outubro/2020 - QNET - FMQ Empreendimentos
Função: Técnico em TI, Técnico em Fibra ótica e Torrísta
• 2018 – 2019 - Data Logic Telecom
Função: Técnico em TI
• 2009 – 2017 - R3 INFORMÁTIC@
Função: Técnico em Informática (Manutenção de computador, Notebook, Net book, Rede TCP/IP e Wi-fi, Software/hardware.
• 2015 –Janeiro/2020 - UMI (Unidade Mista de Itapiranga) Itapiranga/AM.
Função: Gerente Administrativo
• 2010 – Outubro/2014 - UMI (Unidade Mista de Itapiranga) Itapiranga/AM.
Função: Agente Master Administrativo.
• 2007 – 2014 - CETAM (Centro de Educação Tecnológica do Amazonas) Itapiranga/AM
Função: Instrutor de Informática (Básico-Avançado/Windows-Linux)
FORMAÇÃO JUDICIÁRIA DE ITAPIRANGA
Nas divisões territoriais e datadas
de 31/03/1937, o Município de Silves é Termo Judiciário da Comarca de
Itacoatiara. Notando-se que o Termo de Silves tem sede em Itapiranga.
Pelo Decreto – Lei Estadual nº 68,
de 31 de março de 1938, Município e Termo de Silves passaram a denominar-se
Itapiranga.
No quadro anexo ao Decreto – Lei Estadual nº 69, de 31 de março de 1938,
retificado pelo Decreto Estadual nº 78, de 09 de maio desse ano, o Termo de
Itapiranga está subordinado à Comarca de Itacoatiara.
Essa situação foi confirmada pelo Decreto – Lei Estadual nº 176, de 01 de
dezembro de 1938, que estabeleceu o quadro territorial em vigor no qüinqüênio
1939/1946.
O Termo de Itapiranga foi extinto pelo Decreto Estadual nº 540, de 11 de
março de 1941.
Só então em 1956 (8), foi que Itapiranga passou ser Município em
definitivo por meio do desmembramento através da Lei Estadual nº 117, de
29.12.1956. Nesse ano, a sede do Município permanece em Itapiranga, e o
prefeito era na época o Sr. Antonio Graciano de Farias e os vereadores eram:
Wilson Garcia, Mário de Queiroz Barbosa, Dante Smith Caliri, Yoshinaka Taketomi
e Emilio Borges do Carmo, que foi o baluarte, o sustentáculo do Município de
Itapiranga.
Nesse mesmo ano o Prefeito Antonio Graciano de Farias veio a falecer e na
época não existia vice-prefeito, era obrigado haver eleição para eleger o
Prefeito para terminar o mandato do antecessor falecido.
Os candidatos foram os senhores Dante Smith Caliri e Antonio de Almeida
Santos (Tókio). Dante Caliri pertencia ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB),
e Tókio à Aliança Renovadora Nacional (ARENA).
No mês de agosto de 1956, os poderosos de Silves vieram para levar a sede
do Município para Silves, mas não conseguiram porque só faltava a assinatura do
Vereador Emilio Borges da Costa, para haver a transferência desejada. Mas com a
ajuda do Sr. David Corrêa Paiva, exator de rendas em Itapiranga, que pediu ao
Emilio Borges da Costa, quando fosse chamado para votar, renunciasse ao cargo
de vereador, que aí ele não poderia mais votar, e como não havia suplente para
assumir, toda documentação de transferência ficaria sem efeito e foi o que
aconteceu.
Como dessa vez não conseguiram, então o desembargador Dr. Waldir Garcia,
foi até o palácio do governador Plínio Ramos Coelho, pedir o desmembramento dos
Municípios, Itapiranga-Silves. Então o governador disse ao Dr. Waldir – se o
Dante Caliri ganhar em Itapiranga para prefeito, os municípios serão
desmembrados.
Vieram as eleições e o candidato do PTB, ganhou e em 1958, os municípios
de Itapiranga e Silves foram desmembrados e cada um ficou com o seu município.
• Outubro/2020 - Atuando Quality Nextech Software
Função: Field Service, Técnico de infraestrutura em TI.
• 2020 – Outubro/2020 - QNET - FMQ Empreendimentos
Função: Técnico em TI, Técnico em Fibra ótica e Torrísta
• 2018 – 2019 - Data Logic Telecom
Função: Técnico em TI
• 2009 – 2017 - R3 INFORMÁTIC@
Função: Técnico em Informática (Manutenção de computador, Notebook, Net book, Rede TCP/IP e Wi-fi, Software/hardware.
• 2015 –Janeiro/2020 - UMI (Unidade Mista de Itapiranga) Itapiranga/AM.
Função: Gerente Administrativo
• 2010 – Outubro/2014 - UMI (Unidade Mista de Itapiranga) Itapiranga/AM.
Função: Agente Master Administrativo.
• 2007 – 2014 - CETAM (Centro de Educação Tecnológica do Amazonas) Itapiranga/AM
Função: Instrutor de Informática (Básico-Avançado/Windows-Linux)
EPÍTOME DA HISTÓRIA DE ITAPIRANGA
Por volta do ano de 1880, a pioneira dona Eugênia Vieira dos Anjos
(Eugênia França), de índole nômade, viajando de águas abaixo em sua
igarité/residência, por motivo qualquer resolveu fazer parada, atracando sua
embarcação no local onde hoje é denominado Igarapé do Castanho. Depois de
saltar em terra e ter dado voltas mata adentro, agradou-se do local, por ser
várzea na frente e logo atrás terra firme e alta, resolveu armar seu barraco e
fixar residência por uma boa temporada. Galgou a parte mais alta do terreno,
depois de uma demorada e minuciosa observação, determinou os limites do terreno
que iria ficar sob seu domínio desse dia em diante; assim, se tornando a
pioneira, dando inicio ao surgimento da hoje CIDADE DE ITAPIRANGA.
Antes, o Município de Itapiranga era um distrito pertencente a Silves e
denominava-se “Paraná da Boa Esperança”, seus habitantes residiam nas várzeas,
embora sem documentação que provasse sua legitimidade. Dona Eugênia
intitulava-se senhora soberana e absoluta proprietária do terreno escolhido,
traçando seus limites do seguinte modo: nascente – pelo Igarapé do Castanho até
o Igarapé do Piegas; sul – com Igarapé da Boa Esperança e pelo norte sem
limites determinado, dando nome de Pedras ao local. Alguns anos mais tarde,
dona Eugênia nostálgica, melancólica em seu modo de viver como desbravadora não
se sentia bem, parada no mesmo local por muito tempo, qual murerú ou capim
membeca não criava raiz em parte alguma com qualquer vento mais forte, mandava-se
de águas abaixo para outras plagas, afim de conhecer novos e pitorescos lugares
desabitados para localizar-se, dando início a outras povoações, resolveu vender
seu terreno.
Joaquim Almeida da Costa, residente no Paraná do Periquito, sabedor da
decisão de dona Eugênia propôs-lhe compra oferecendo a importância de R$
100.000,00 (cem mil reis), o que foi aceito e realizada a operação de
compra/venda, na lei do toma lá e dá cá, e assim Pedras passou para o domínio
de Joaquim Almeida da Costa, em 1888, o qual juntamente com seus irmãos, Xisto
da Costa e Antonio Francisco da Costa, mudaram-se do Paraná do Periquito e
passaram a residir em Pedras.
Até 1907, a povoação tinha 3 famílias, num total de 23 habitantes.
Na enchente grande no ano de 1908, quando alagou todas as várzeas, seus
moradores sem condições para permanecerem em suas casas procuraram as terras
firmes, chegando em Pedras, dirigiram-se a Joaquim Almeida da Costa pedindo
abrigo, durante o período da cheia, imediatamente foram atendidos em suas pretensões,
construíram as casas e passaram a residir em caráter provisório. Depois da
enchente, no período da seca, nem todos retornaram às suas antigas residências
nas várzeas, os que ficaram, a convite de Joaquim Almeida da Costa, resolveram
fixar residências permanentes, pois o mesmo já havia antes distribuído lotes de
terras para todos os refugiados da enchente. Estes, muito contribuíram para a
concretização da povoação de Pedras, foram eles Maximiliano Pinto e Manoel
Batista dos Santos, tempos depois veio Deocleciano do Carmo Santos, que comprou
a casa de Manoel Batista dos Santos, em seguida vieram Bento de Macedo,
Francisca Serrão, Estevão Guedes da Silva, João Vilaça Barroso, Raimundo Borges
do Carmo, Francisco Chaves, Veríssimo Serrão, José Dácio e assim sucessivamente
vieram outros anos após anos.
Em 1918, Pedras já tinha uma população de 72 habitantes.
Daí consolidada a povoação de Pedras. Sendo seus legítimos em primeiro
plano, Joaquim Almeida da Costa e seus irmãos Xisto da Costa e Antonio
Francisco da Costa, apoiado e reforçado por Deocleciano Carmo dos Santos,
Maximiliano Pinto, Bento de Macedo, José Dácio, Estevão Guedes da Silva, João
Vilaça Barroso, Luiz da Costa Coutinho, Veríssimo Serrão e Francisco Serrão,
Manoel Cipriano Vital e outros.
Por sugestão de Deocleciano Carmo dos Santos que era o mais instruído
entre eles, mudaram o topônimo de PEDRAS para ITAPIRANGA, devido às pedras de
seu porto serem vermelhas. Do tupi, ita=pedra
e piranga=vermelha. Passando assim desde então a ser denominada a povoação
de Itapiranga.
Por força da Lei Estadual nº 1.138, de 25 de março de 1922, elevou á
categoria de Vila a Povoação de Itapiranga, transferindo-se para esta a sede do
Município de Silves. Em conseqüência mudança a Vila de Silves foi rebaixada a
simples povoação.
Com a mudança da sede do Município de Silves para Itapiranga, foram
realizadas eleições para intendente, equivalente a prefeito atualmente, sendo
eleito Deocleciano Carmo dos Santos, mas não chegou a assumir seu cargo por
imposição dos coronéis de barranco, da vila de Silves. Naquela época, já
imperava a politicagem desenfreada, inimiga do progresso. As eleições eram
realizadas “pro forma”, de antemão já se sabia quem seria eleito, o voto não
era secreto. Os componentes das mesas receptoras de votos eram os “coronéis” ou
então pessoas de sua inteira confiança. Ai daquele que se pronunciasse contra
seus candidatos. Feixes de varas estavam ostensivamente expostos na sala onde
funcionava a seção eleitoral, fazendo parte do material de votação, no mínimo,
na melhor das hipóteses apanhavam uma boa surra. Quando alguém conseguia burlar
a severa vigilância dos jagunços, escapando das infalíveis surras, estes eram
considerados pessoas indesejáveis. Os poucos que se atreviam a isso eram
moradores da povoação de Itapiranga. No entanto, seus nomes eram registrados
nas listras negras dos pretensos inimigos os “coronéis”. Foi o que aconteceu
com Deocleciano Carmo dos Santos, à sua atitude corajosa, atreveu-se a fazer
oposição aos poderosos coronéis, prestigiados pelo governo estadual.
Deocleciano candidatou-se ao cargo de intendente, elegeu-se, mas não o
permitiram que o mesmo assumisse seu cargo eletivo.
Em conseqüência desta monstruosidade aberrante, substituíram-no pelo
senhor Daudelino Monteiro, com a mesma facilidade que a patroa troca de
empregada que não se submete a seus caprichos, por outra mais acessível. Daudelino
Monteiro, depois de aproximadamente seis meses de governo municipal não agradou
aos coronéis, sendo logo substituído pelo senhor Estevão Guedes da Silva, sendo
“persona grata” a quem autorizaram a transportar os arquivos da Vila de Silves
para a Vila de Itapiranga. Sendo portador o senhor Quirino da Costa Coutinho,
sobrinho de Estevão Guedes da Silva.
O “coronel manda chuva” lá de Silves, ao receber a carta do intendente
Estevão Guedes da Silva, em que solicitava entregar ao portador ao arquivos da
intendência de Silves, depois de inteirado de seu conteúdo proferiu a seguinte
sentença – como é o Estevão que me pede, vou ordenar a entrega dos arquivos,
fosse ao Deocleciano ou outro que não rezasse em minha cartilha, não entregaria
e nem havia quem me obrigasse a isso.
Foi dessa maneira toda especial que os arquivos da intendência de Silves,
foram pelas primeira vez transferidos para a Vila de Itapiranga. Estevão Guedes
da Silva exerceu seu mandato até o final.
Por força do Decreto nº 23, de 27 de fevereiro de 1925, a sede municipal
voltou para Silves, que teve seu território incorporado ao Município de
Itacoatiara, em virtude do Ato nº 45, de 28 de novembro de 1950.
Em detrimento a essa mudança, a Vila de Itapiranga retrocedeu, passando a
simples povoação, retornando os arquivos da ex-intendência de Itapiranga para a
Delegacia Municipal de Silves, que em conseqüência de outro ato governamental,
mudou a denominação da intendência municipal para Delegacia Municipal.
O Ato nº 201, de 24 de janeiro de 1931, mudou a sede da Delegacia
Municipal de Silves para Itapiranga, posteriormente elevava novamente à
categoria de Vila, por efeito do Ato nº 34, de 20 de março de 1931, desde então
permaneceu em caráter definitivo a sede do Município de Silves em Itapiranga.
Naquele mesmo ano por Decreto Governamental foi nomeado o Sr. Mário de Queiroz
Barbosa, Delegado Municipal da Vila de Itapiranga, permanecendo como Município
de Silves.
O Ato nº 33, de 14 de setembro de 1931, anexou o Município de Silves à
Itacoatiara, na qualidade de Delegacia Municipal.
Mário Barbosa passou pouco tempo como Delegado Municipal, sendo
posteriormente substituído por Manoel Fernandes Garcia, eleito pelo povo em
eleição direta.
Em 1935, com a reconstitucionalização do Estado do Amazonas, o Município
de Silves readquiriu sua antiga autonomia. Segundo as divisões territoriais
datadas de 31/03/1937, o Município de Silves tem sua sede em Itapiranga e
compõem-se de um só Distrito ou Itapiranga.
De acordo com o Decreto - Lei Estadual nº 68, de 31 de março de 1938, o
Município de Silves teve seu topônimo alterado para Itapiranga, e à sede
municipal foram concedidos foros de cidade, no quadro anexo ao Decreto - Lei
Estadual nº 69, de 31 de março de 1938, modificado pelo Decreto Estadual nº 78,
de 09 de maio desse ano Itapiranga permanece constituído unicamente pelo
Distrito de igual nome.
Pelo Decreto – Lei Estadual nº 176, de 01 de dezembro de 1938, o Distrito
de Itapiranga perdeu parte de seu território para constituir o novo Distrito de
Silves. No quadro territorial fixado pelo citado Decreto – Lei nº 176, para
vigorar no quinquênio 1939/1943, o referido Município figura com o Distrito de
Itapiranga e Silves, este ultimo subdividido em 04 zonas.
De conformidade com o quadro territorial vigorante no quinquênio
1944/1948, fixado pelo Decreto – Lei Estadual nº 1.186, de 31 de dezembro de
1943, modificado pelo Ato de nº 1.400, de 05 de março de 1945, o Município de
Itapiranga continua formado por dois Distritos Itapiranga e Silves.
• Outubro/2020 - Atuando Quality Nextech Software
Função: Field Service, Técnico de infraestrutura em TI.
• 2020 – Outubro/2020 - QNET - FMQ Empreendimentos
Função: Técnico em TI, Técnico em Fibra ótica e Torrísta
• 2018 – 2019 - Data Logic Telecom
Função: Técnico em TI
• 2009 – 2017 - R3 INFORMÁTIC@
Função: Técnico em Informática (Manutenção de computador, Notebook, Net book, Rede TCP/IP e Wi-fi, Software/hardware.
• 2015 –Janeiro/2020 - UMI (Unidade Mista de Itapiranga) Itapiranga/AM.
Função: Gerente Administrativo
• 2010 – Outubro/2014 - UMI (Unidade Mista de Itapiranga) Itapiranga/AM.
Função: Agente Master Administrativo.
• 2007 – 2014 - CETAM (Centro de Educação Tecnológica do Amazonas) Itapiranga/AM
Função: Instrutor de Informática (Básico-Avançado/Windows-Linux)
sábado, 16 de janeiro de 2016
Lendas do Rio Uatumã
• Outubro/2020 - Atuando Quality Nextech Software
Função: Field Service, Técnico de infraestrutura em TI.
• 2020 – Outubro/2020 - QNET - FMQ Empreendimentos
Função: Técnico em TI, Técnico em Fibra ótica e Torrísta
• 2018 – 2019 - Data Logic Telecom
Função: Técnico em TI
• 2009 – 2017 - R3 INFORMÁTIC@
Função: Técnico em Informática (Manutenção de computador, Notebook, Net book, Rede TCP/IP e Wi-fi, Software/hardware.
• 2015 –Janeiro/2020 - UMI (Unidade Mista de Itapiranga) Itapiranga/AM.
Função: Gerente Administrativo
• 2010 – Outubro/2014 - UMI (Unidade Mista de Itapiranga) Itapiranga/AM.
Função: Agente Master Administrativo.
• 2007 – 2014 - CETAM (Centro de Educação Tecnológica do Amazonas) Itapiranga/AM
Função: Instrutor de Informática (Básico-Avançado/Windows-Linux)
segunda-feira, 20 de abril de 2015
kairós
• Outubro/2020 - Atuando Quality Nextech Software
Função: Field Service, Técnico de infraestrutura em TI.
• 2020 – Outubro/2020 - QNET - FMQ Empreendimentos
Função: Técnico em TI, Técnico em Fibra ótica e Torrísta
• 2018 – 2019 - Data Logic Telecom
Função: Técnico em TI
• 2009 – 2017 - R3 INFORMÁTIC@
Função: Técnico em Informática (Manutenção de computador, Notebook, Net book, Rede TCP/IP e Wi-fi, Software/hardware.
• 2015 –Janeiro/2020 - UMI (Unidade Mista de Itapiranga) Itapiranga/AM.
Função: Gerente Administrativo
• 2010 – Outubro/2014 - UMI (Unidade Mista de Itapiranga) Itapiranga/AM.
Função: Agente Master Administrativo.
• 2007 – 2014 - CETAM (Centro de Educação Tecnológica do Amazonas) Itapiranga/AM
Função: Instrutor de Informática (Básico-Avançado/Windows-Linux)
Assinar:
Postagens (Atom)